Na iminência das horas que se aproximam
Eis que teu silêncio me distancia
Dá brechas pra pensar em tudo e nada ao mesmo tempo
Num tempo de esperas
Numa manhã, numa tarde, numa noite de aguardo
Na resignação dos momentos
O âmago dos sentimentos
O calor das tuas mãos
A aquecer minhas frias, cálidas mãos
Como desejam aquecê-las em você
A explorar teu corpo
A perder-se de uma única vez
Vem, que esse tempo que é tão nosso
já chegou...
Na iminência do amor se completar
Na inquietude do nosso ser
Já não há mais como retroceder
Só nos resta ceder...
Vem, que o tempo urge
E a saudade precisa se fazer presença
Não é justo
Não é...
Nos fazer esperar se podemos
Simplesmente um ao outro se entregar...
Na iminência das horas,
Na passagem dos dias...
Vem!
Eu trovejo ideias, Anoiteço flores, Orvalho sentimentos, Para garoar sensações. Angélica Sampaio
terça-feira, 30 de julho de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Leitura corporal!
Apoderar-se de um viés
totalmente indivisível,
consumível de sentimentos
num liame de enigmas
na contramão de toda a situação.
Ocupar-se de um silêncio
que tudo diz, mas nada fala.
No afago das tuas mãos
que acalenta meu coração.
Aprazível, indivisível
emblemático,
mas que não é
um impossível amor...
Num instante de falácia
não é condenável expressar
apenas o que de fato
sente tua, minha, nossa emoção.
Basta-nos uma vivência real
que não precisa ser passageira
que seja de verdade,
e sem igual...
Sem máscaras,
pois temos faces concretas,
sem ilusões,
pois possuímos apaixonados corações.
E que no céu da tua boca
encontrar-me-ei
totalmente reluzente
num beijo de tirar o fôlego,
mas não você da minha mente...
E nem você poderá tirar-me da memória
através da leitura...
...do mapa do meu corpo
vestido do mais puro e verdadeiro amor...
Angélica Sampaio
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Sintaxe à vontade - O Teatro Mágico
A partir de sempre
Toda cura pertence a nós.
Toda resposta e dúvida.
Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser,
Todo verbo é livre para ser direto ou indireto.
Nenhum predicado será prejudicado,
Nem tampouco a frase, nem a crase, nem a vírgula e ponto final!
Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas,
E estar entre vírgulas pode ser aposto,
E eu aposto o oposto: que vou cativar a todos
Sendo apenas um sujeito simples.
Um sujeito e sua oração,
Sua pressa, e sua verdade, sua fé,
Que a regência da paz sirva a todos nós.
Cegos ou não,
Que enxerguemos o fato
De termos acessórios para nossa oração.
Separados ou adjuntos, nominais ou não,
Façamos parte do contexto da crônica
E de todas as capas de edição especial.
Sejamos também o anúncio da contra-capa,
Pois ser a capa e ser contra a capa
É a beleza da contradição.
É negar a si mesmo.
E negar a si mesmo é muitas vezes
Encontrar-se com Deus.
Com o teu Deus.
Sem horas e sem dores,
Que nesse momento que cada um se encontra aqui e agora,
Um possa se encontrar no outro,
E o outro no um...
Até por que, tem horas que a gente se pergunta:
Por que é que não se junta
Tudo numa coisa só?
Toda cura pertence a nós.
Toda resposta e dúvida.
Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser,
Todo verbo é livre para ser direto ou indireto.
Nenhum predicado será prejudicado,
Nem tampouco a frase, nem a crase, nem a vírgula e ponto final!
Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas,
E estar entre vírgulas pode ser aposto,
E eu aposto o oposto: que vou cativar a todos
Sendo apenas um sujeito simples.
Um sujeito e sua oração,
Sua pressa, e sua verdade, sua fé,
Que a regência da paz sirva a todos nós.
Cegos ou não,
Que enxerguemos o fato
De termos acessórios para nossa oração.
Separados ou adjuntos, nominais ou não,
Façamos parte do contexto da crônica
E de todas as capas de edição especial.
Sejamos também o anúncio da contra-capa,
Pois ser a capa e ser contra a capa
É a beleza da contradição.
É negar a si mesmo.
E negar a si mesmo é muitas vezes
Encontrar-se com Deus.
Com o teu Deus.
Sem horas e sem dores,
Que nesse momento que cada um se encontra aqui e agora,
Um possa se encontrar no outro,
E o outro no um...
Até por que, tem horas que a gente se pergunta:
Por que é que não se junta
Tudo numa coisa só?
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Angélica Sampaio na Feira do Livro da Conferência Municipal de Educação em Centro de Eventos do Ceará
Entre os dias 15 e 17 de Julho na Conferência Municipal de Fortaleza no Centro de Eventos a escritora Angélica Sampaio estará presente a partir das 15h30 no estande da Editora Premius (Feira do Livro) divulgando suas obras "Os olhos não veem, o coração sente" e "Amigos de Verdade". Na ocasião haverá o pré-lançamento da coleção Vamos Aprender Português, uma parceria entre a Editora Premius e as autoras Angélica Sampaio e Rejane Nascimento.O público-alvo da coleção são alunos do 2º ao 5º anos do Ensino Fundamental.Participe e divulgue os talentos do Ceará.
Pré-lançamento da coleção Vamos Aprender Português
Aproveitando a oportunidade, a Editora Premius, estará com um estande na Feira do Livro e anunciará o pré-lançamento da coleção Vamos Aprender Português em parceria com as autoras Angélica Sampaio e Rejane Nascimento.
A coleção tem como objetivo o público do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental.
Além desse pré-lançamento o estande conta com sua livraria à disposição dos leitores para aquisição de livros dos mais diversos gêneros.
Participe!
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