domingo, 15 de agosto de 2010

Verbo Amar

Meus pensamentos devaneiam
nas asas da imaginação
Meus sentimentos flutuam
nas nuvens do desejo.
Tenho um amor que lateja
em minhas artérias
Ferve meu sangue...
Alucina meu coração!
Que chega a palpitar num  tum tum tum
do compasso da paixão
Sinto que tenho em mim um amor
que me engrandece
Ilumina a alma
Enaltece meu ser...
E isso me faz bem
Como é bom querer bem
Como é esplendoroso se sentir querida
Sim! Assim tão amada...
Meus pensamentos refletem tua imagem
Na visão dleitosa do teu rosto
iluminado por meu sorriso
De uma loucura consciente
De um desejo fremente
Que são unificados pela força mágica
de tão intenso amor.
Amor que tenho para te ofertar
Amor e paixão que tenho para receber,
Porque amor e paixão caminham inflamados
na foqueira incandescente do viver!
No verdadeiro sentido
do verbo transitivo direto: Amar.

Angélica Sampaio

domingo, 4 de julho de 2010

Sustentabilidade prematura

Quer ver uma pessoa fofinha, mas com uma consciência ecológica já  desenvolvida?Assita ao vídeo abaixo e veja se eu não tenho razão...

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Poemas dos alunos sobre o livro "Não se esqueçam da rosa".

Parabéns  aos alunos do 7º ano do Colégio Batista Santos Dumont que participaram desse trabalho de Leitura tão prazeroso. A vontade de vivenciar os capítulos do livro "Não se esqueçam da rosa" das mais diversas formas que vocês apresentaram me encheram de orgulho e eu amei compartilhar esse momento mágico, no qual a troca de experiências entre alunos e professora foi essencial. Tenham certeza de que se vocês aprenderam eu também aprendi muito. Abaixo seguem os poemas produzidos pelos "poetas alunos" ou "alunos poetas". Vejam só! Até poetas afloraram junto com essa "rosa". 
Que vocês sejam as flores e as rosas formosas deste jardim. Boas férias! Divirtam-se!
Muitos beijos... 

A rosa hereditária

Tudo parece normal ao despertar
De repente estragos vieram para arrasar
Uma rosa inválida
Não era para chegar

Crianças vão estudar
E muitas não vão mais voltar
Muitas famílias com sonhos
Uma rosa atômica destruirá

Crianças mudas e apáticas
Essa rosa deixará
Injustiça hereditária não se pode negar
Mas a esperança de dias melhores jamais acabará

Hanako, tão formosa
Como a vida de uma rosa
Ela é muito talentosa
E sempre tão esperançosa...


Uma garota com muito amor para dar
E pouco tempo para vivenciar
Porém, lembranças dessa rosa
Com certeza haverá

Aluno: Ariel Lourenço 7º M3

A rosa atômica

Hanako, a rosa de Hiroshima
A rosa com doença hereditária
A rosa sem perfume
A rosa sem nada

A menina de 12 anos
Porém, muito amada
Mesmo sofrendo e, as vezes, querendo ficar sozinha
Ela é esperançosa e animada

A garota com muito amor para dar
Tantas coisas a recordar
Tem Ysamu, o seu diário
Para lembranças poder guardar

A rosa como efeito de bomba
A que está prestes a se ir
Vítima da injustiça
Da grande injustiça de Hiroshima

Aluna: Larissa Nunes 7º M3

Sol a pino


A bomba de Hiroshima
Não afetou só ao Japão
Além daquele país
O mundo todo sofreu com a ação
E o mal da explosão passou de geração em geração

Nasceu Hanako,
A filha da flor
Trazendo alegria
Para curar a dor
Provocado pela perda
Pela morte e pelo horror

Hanako tem osteopatia
Mas não deixou de sonhar
Com a vida que qualquer menina
Teria em seu lugar
Mesmo sabendo que estava morrendo
A vida, não deixou de aproveitar...

Alunas: Ana Luiza, Christyane Dutra, Ellen Maressa, Gabriela Kampa, Letícia dos Santos, Lucas Alencar, Sarah Eleutério e Yasmin Timóteo. 7º M 1.

O meio dia

O que falar numa hora dessas?
Quando a rosa tem pouco tempo de vida,
Uma menina querida,
Que todos a querem bem.

O que sentir numa hora dessas?
Quando sua filha esta fraca,
Sem forças para nada,
Sem saber o que fazer.

O que dizer para ela?
Uma menina tão bela
Quando ela pergunta:
Pai, eu vou morrer?!

Mentir,
Criar ilusões,
Ou inventar milagres.

Ou será que é melhor
Falar a verdade,
Para uma bela rosa,
Que ela poderá murchar.

Alunos: Juan Pablo, Tiago, Erick, Rodrigo, Gustavo e Lucas. 7º T 1.

O despertar

A bomba de Hiroshima
Foi um triste evento
E aquelas pobres almas
Não tiveram seu julgamento

Hanako, uma garota
Como poucas de sua idade
Com um triste destino
Pois ela tinha osteopatia

Hanako, a filha da flor
A neta do outuno
Ela pagou com sua dor
A decisão de um homem

Hanako, uma menina quieta
Tímida, frágil e sensível
Descrita pela narradora
Como uma rosa a desabrochar

A guerra matou milhares
E prejudicou muitos outros
A guerra prejudicou Hanako
E poupou poucos

Não se esqueçam da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa da ternura
A rosa da destruição.

Alunos:
Lucas Santiago, Pedro Júlio, Gabriel Peres, Lívia Cristina, Marco Antônio e Andrew James.
7º M 2. 

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Não se esqueçam da rosa





Olá, pessoal! Olha o nosso trabalho!
Esse foi o trabalho desenvolvido por mim e meus alunos em Leitura e Produção Textual. Os alunos do 7º ano do Colégio Batista Santos Dumont desenvolveram suas habilidades artísticas, literárias e culturais através de apresentações com uso de fantoches, teatro, poema e paródia. A temática foi o livro "Não se esqueçam da rosa" de Giselda Laporta. O livro tem como assunto principal a Segunda Guerra Mundial e as atrocidades vivenciadas pela explosão da bomba atômica em Hiroshima. A personagem principal, Hanako, foi evidenciada pelos alunos através da vivência do seu relato pessoal e do seu diário, comparado ao de Anne Frank. De forma lúdica e prazerosa, leitura e arte se misturaram e a meninada aprendeu e se divertiu na Escola da Vida.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Poema e música Rosa de Hiroshima


Visite o site indicado e veja a letra da poesia de Vinicius de Morais musicalizada pelo Grupo Secos e Molhados na voz de Ney Matogrosso. Você vislumbrará o quanto é bela a canção e deixe seu comentário sobre o que você sentiu ao ouvi-la. www.paixaoeromance.com/70decada/rosa_iroshima/h_rosa_de_hiroshima.htm

domingo, 23 de maio de 2010

Revelação (trechos do poema)

Eu quero um amor; mas um amor diferente...
Nunca antes vivido por mim nesta vida.
Nem tampouco inventado, só por mim e alguém imaginado.
Ou talzez, há um lugar a nos esperar:
Tão fora do comum e cheio de surpresas mil...
Quem sabe, um amor estranho, porém verdadeiro, sem igual...
Um tanto quanto esquecido pelas pessoas, mas criado por mim
para somente amá-lo...
Desejá-lo!
Aonde andará? Longe ou perto?
Com que olhos há de olhar-me?
Que carinhos há de trazer-me?
Espero-te! Espero-te!
... Espero-te vestida de flores e em sóis e luas hás de encontrar-me.
Em uma estrela cadente e celeste banhada de brilho radiante e
tempestuoso do meu doce amor.
Sei que em algum lugar também estás a esperar-me...
Com teus braços fortes e corajosos hás de salvar-me desta tortura que é viver sem ti...
... Sei que em algum lugar hás de buscar-me.
Hei de saber que sentes o mesmo, meu doce amor.
(...)
Às vezes, viajo nesta viagem, nesta estrada sem fim.
Onde as árvores acompanha-me e o silêncio nada me diz...
E, na incerteza febril do meu ser; confundo-me e encontro-me.